Ilustres conhecem iPhone 4

Domingo, Agosto 29, 2010 16:52
Colocado em: Bruno Nogueira

 

O director de Informação da RTP foi uma das figuras públicas presenteadas quinta-feira à noite com o novo iPhone 4, durante a festa de lançamento oficial da Optimus, que decorreu no Tamariz, no Estoril. Profissional há muito habituado a lidar com novas tecnologias (…)

Para além do responsável pela informação da televisão pública, estiveram também na festa da Optimus nomes como o actor Bruno Nogueira, o comunicador Pedro Ribeiro, director da Rádio Comercial, as apresentadoras Cláudia Vieira e Liliana Campos, o actor Pedro Teixeira, a empresária Bibá Pita, entre outros convidados. A Vodafone também fez o seu lançamento com muitos convidados ilustres.

O novo iPhone, apresentado com pompa e circunstância há dois meses nos Estados Unidos e que agora chegou a Portugal, apresenta uma câmara secundária que permite chamadas de vídeo e tem a câmara principal com uma resolução de cinco megapíxeis e flash de LED integrado.

O equipamento está disponível em duas operadoras móveis (Optimus e Vodafone) e tem duas versões para o mercado português: 16 gigabytes a 659,9 euros, e 32 gigabytes, a 779,9 euros.

Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1650587

“Ambiciono pouco porque tenho tudo”

Domingo, Julho 25, 2010 16:52
Colocado em: Bruno Nogueira

 

por Irina Fernandes/Fotos Gustavo Bom/Global Imagens

Dois meses depois, Bruno Nogueira sente-se feliz com Lado B porque faz o humor que quer. Em 2011 sobe ao palco do Teatro D. Maria II, em Lisboa, na pele de um homem com cara séria…

A primeira série de Lado B foi uma grande aventura televisiva…

Sim. Consegui colocar em prática algumas das coisas de que gosto dentro do universo do humor. A minha ideia era experimentar algo diferente, com uma liberdade que é muito vantajosa e que passa por fazer o tipo de humor que quero, com gente que quero. Ter carta branca para tudo isto é uma coisa cada vez mais rara. Sinto-me um privilegiado.

Levou-o a outros lados de si mesmo?

O fundamental para quem apresenta um programa como este é conseguir imprimir a sua marca. Sim, levou-me para o lado da entrevista, que eu já tinha feito no Curto Circuito, mas aqui tenho de concentrar a conversa de cada convidado em 13 minutos e falar de coisas menos óbvias. É complicado fazer o exercício de surpreender, mas tento fazer o meu melhor.

De que é feita a sua identidade, a sua marca?

Não sei, sou a pior pessoa para definir isso. Sei o que procuro, e isso é não ter barreiras psicológicas para fazer aquilo de que gosto. Essa é a minha identidade, mas quem me vê é que pode dizê-lo.

Superou-se? Ou esperava mais de si neste Lado B?

Sabe, é tudo um processo evolutivo. No início do programa estava a “apalpar” terreno, mas agora  no final senti-me à vontade. É muito complicado concentrar tudo o que quero fazer em 50 minutos. Há uma banda que é extraordinária e a que queremos dar mais destaque, gostávamos de que as entrevistas durassem mais tempo… Até dominar essa mecânica demorou o seu tempo.

Foi uma tarefa difícil?

Até se dominar, até se estar completamente à vontade, até sermos nós sem preocupações de tempo e de uma série de coisas, sim, demora… Num directo acontecem muitas coisas… Basta uma conversa com um dos convidados demorar mais e estar a ser interessante… Só com alguma prática é que vou conseguindo dominar.

O que custou mais a dominar?

É complicado tentar concentrar em tão pouco tempo algo que achamos que daria para alongar.

Gostava de ter mais tempo de antena?

Não sei, não sei se seria vantajoso… Julgo que passa pela nossa gestão do tempo e ter menos conteúdos para o tempo que temos. Nós é que temos de nos habituar ao tempo normal de um talkshow e que são 50 minutos.

Qual a maior lição que leva para casa?

Um directo obriga a estar sempre em alerta. Tem a grande vantagem de ser surpreendente mas, por outro lado, há muita coisa que nos foge da mão. Quando vejo em casa, percebo que podia ter agarrado um ou outro tema. Num directo não temos essa lucidez, mas sou um defensor do directo.

Sente que foi muito ou pouco lúcido?

É um processo evolutivo. Primeiro está a tentar conhecer o próprio programa e só depois começa a afinar.

O sofá de que se queixou Herman José e Mário Augusto foi o único problema de Lado B?

O sofá foi algo que poderíamos ter resolvido no segundo programa, mas achámos que se tornou uma coisa característica… Mantê-lo foi uma opção porque entendemos que ia descaracterizar o programa… Sim, há outros problemas, mas não de maior. Toda a equipa pensa da mesma maneira que eu, rumamos todos para o mesmo lado.

Quais as metas para a próxima temporada de programas?

Tornar cada um dos programas interessante e que dê ainda mais vontade de ver.

Quando recebeu Herman José em estúdio, ele disse-lhe: “Quando perderes essa frescura física… perceberás o que é sentir que querem o teu enterro.” Tem medo que a idade lhe retire a piada?

Não. Nenhum. Nesta idade nem pensamos nessas coisas, e ainda bem que não pensamos. Acho que há um tempo para tudo. Há-de surgir fases mais complicadas. Não é algo em que pense, não ia estar a desfrutar.

Qual o seu maior receio?

Perder a piada. O receio de deixar de perceber o que é que faz rir as pessoas. Entender que mecanismo é que faz as pessoas rir sempre.

E o seu maior objectivo é…

Tentar fazer coisas diferentes. Fazer uma coisa nova é algo complicado, há muita coisa. O meu maior objectivo é ter uma identidade própria.

Quando a piada não surte efeito ou comete algum erro, assume-o perante as câmaras. É o seu truque para salvar o momento?

É uma reacção. Faz-me sempre confusão quando uma piada não funciona e tenta-se passar em frente como se o público não tivesse percebido isso. Penso que o público percebe tudo, quando a piada corre bem e quando corre mal. É mais fácil assumir e estarmos do lado dele também. Acho ridículo quando uma coisa corre mal e se tenta dar a volta, penso que ainda é pior. Quando me acontece algum imprevisto as pessoas percebem que eu sei que algo correu mal. E a partir daí não estou a tentar ser superior às pessoas.

E assumir traz um perdão e uma maior proximidade ao público…

Sim, é algo que é humano. Acho que não vale a pena estar a passar por cima disso.

Como lida com o erro? Fica irritado? 

Irrita-me mais não ter tempo para o convidado, por vezes é a própria RTP que nos tira mais cedo do ar… isso sim, preocupa-me mais. O resto é o lado humano da coisa…

E os Contemporâneos?

É um projecto intemporal e que fazia sentido com outro número de pessoas. Se se conseguir juntar esse grupo, não vejo porque não… É um projecto pelo qual tenho um grande carinho.

Disse a Daniela Ruah: “Eu tenho muito talento para fazer de magro e morto.” Para quando teatro a sério, sem riso à mistura?

Em Janeiro. Vou fazer uma peça no Teatro Nacional D. Maria II, com encenação de Beatriz Batarda, e não será uma comédia. Será uma coisa mais a sério. Não foi uma coisa que procurasse… que achasse que devia experimentar um registo mais dramático, mas como surgiu o convite e é com o Nuno Lopes, Rita Durão… Não há nomes de nada. Surgiu o convite com estas pessoas, o texto era maravilhoso e por isso aceitei.

Como será o seu papel?

Digamos que não será um papel para rir, pelo menos intencionalmente. Pode é dar para rir! (risos)

Já está a pensar nas férias?

Sim, o programa terminou a 11 de Julho, o Tubo de Ensaio, transmitido pela rádio TSF, também vai terminar. Volto ao activo em Setembro e até lá vou fazer de magro. (risos) Vou descansar.

Os próximos passos são… O que ambiciona?

Ambiciono muito pouco porque tenho tudo. Tenho a felicidade de fazer aquilo de que gosto, com pessoas de quem gosto. Não me sinto no direito de pedir o que quer que seja. Nesta fase não posso pedir muito. No futuro? Não penso nisso. As coisas vão surgindo, e se tiverem de acontecer, acontecem.

Fonte: Diário de Notícias

Já se conhecem os vencedores de Tv and Music Awards

Terça-feira, Julho 20, 2010 20:12

And the Oscar goes to…

LADO B ganha prémio para melhor Late Night Show e a BRUNO NOGUEIRA é lhe atribuido o “oscar” de Apresentador Revelação.

Fonte: Fotografia retirada do site da Rtp

TV and Music Awards

Domingo, Julho 11, 2010 18:35

Este post  já tinha, passo a redundância, sido “postado” . Acontece que o servidor do administrador deste bonito blog ;)  fez das suas e o post sumiu. Mal dito sejas servidor lol, agora isso tb não intessa para nada!

Serve este post para anunciar que podem votar até terça-feira, dia 13 de Julho nos prémios TV and Music Awards.

O TV and Music Awards, procura sobre uma forma virtual premiar os artistas portugueses na categoria de TV e Musica.

O excelso humorista Bruno Nogueira, está nomeado em duas categorias, são elas:

  • Melhor apresentador revelação;
  • Melhor Late Night

http://tvandmusicawards.pt.to/

VOTEM!

“Lado B” e Tubo de Ensaio

Domingo, Julho 11, 2010 17:50

O último Lado B, este domingo, com Luciana Abreu e Fernando Mendes como convidados.

   a par de Tubo de Ensaio  voltam de férias em Setembro.

Devolver Sonhos

Domingo, Julho 11, 2010 17:18
Colocado em: Bruno Nogueira

Seis humoristas, um palco e uma causa nobre são a receita de sucesso do espectáculo ‘Devolver Sonhos’.

O auditório do Centro de Congressos da Madeira foi pequeno para acolher o muito público que assistiu ao espectáculo de ’stand-up comedy’ protagonizado por Aldo Lima, Bruno Nogueira, Francisco Menezes, Óscar Branco, Eduardo Madeira e Nilton, que constituem o Clube de Comédia.

‘Devolver Sonhos’ tem por base uma causa solidária uma vez que as receitas dos ingressos destinam-se a ajudar famílias afectadas pelo temporal de 20 de Fevereiro.

Antes do espectáculo o seis comediantes falaram ao DIÁRIO, numa entrevista marcada pela cumplicidade entre os elementos do grupo e onde não faltaram provocações, muito humor e gargalhadas.

http://www.dnoticias.pt/multimedia/video/218037-rir-por-uma-boa-causa
Fonte: Diário de Notícias por Graça Freitas /João Filipe Pestana

Jovens trocam TV pela Net, diz humorista

Domingo, Julho 11, 2010 17:01

Bruno Nogueira actua, amanhã à noite, em evento no Centro de Congressosr

por  João Filipe Pestana

É o que se chama um grande artista. Literalmente. Lá do alto dos seus 1,94 m, Bruno Nogueira é dos mais destacados protagonistas da nova geração de comediantes portugueses. Rádio, televisão, produção, escrita, espectáculos, interpretação, etc., de tudo um pouco faz este humorista que, amanhã à noite, integrará o espectáculo ‘Devolver Sonhos’, a partir das 21 horas, no Centro de Congressos da Madeira, com o chamado Clube de Comédia (composto por seis humoristas nacionais) cujas receitas vão reverter para ajudar famílias vítimas do temporal de 20 de Fevereiro.

Entrevistado há três anos para a REVISTA do DIÁRIO, o humorista lá conseguiu tirar uns minutos do seu escasso tempo (já que tem pouco tempo para ‘respirar’, dado o caudal de trabalho em várias ‘frentes’), e falou um pouco sobre os seus projectos e a vinda à Madeira.

“Vou começar em Setembro uma nova temporada do ‘Lado B’ [na RTP1], recomeço também o [programa de humor] ‘Tubo de Ensaio’ na TSF, e depois para o fim do ano haverá outras novidades que ainda é cedo para anunciar”, começou por dizer.

Hoje, olha de forma positiva para o panorama do humor em Portugal, mas faz um reparo: “Acho que os espectadores já tem várias opções boas, mas ainda falta dar oportunidade a muitos talentos”.

Sobre a TV, a Internet e a preferência dos jovens, Nogueira tem uma leitura interessante: “Quanto à Internet, as pessoas mais novas cada vez menos se preocupam em ver os programas na televisão porque sabem que os podem ver mais tarde na Internet. Sentem que assim podem decidir o que ver e quando sem lhes ser imposto”.
Com um passado e presente ligado a programas televisivos de humor, lembra-se com carinho de um em particular: “O ‘Levanta-te e Ri!’ deu visibilidade ao talento de muitas pessoas, foi um programa que nos permitiu experimentar os nossos textos para um público mais alargado que só a televisão permite. Foi fundamental um programa como esse para dar voz a humoristas mais desconhecidos, depois cabe a cada um gerir o retorno desse reconhecimento”.

Nesta altura, a pergunta imponha-se: o que poderá o público madeirense ver de Bruno Nogueira no espectáculo de amanhã à noite? A resposta surge de forma irreverente: “Acho que pode esperar muito pouco, mas só o facto de eu ir vestido já é uma gigante mais-valia”.

Sobre o papel dos artistas em termos de proactividade solidária, Bruno Nogueira é fronta. “Acho que não só os artistas como todas as pessoas tem o dever de o fazer. Os artistas tendo uma profissão com mais visibilidade se calhar devem ser os primeiros a dar o exemplo. Fico muito contente que o possamos contribuir com o que melhor sabemos fazer para o público madeirense”.

Recorde-se que, além de Bruno Nogueira, actuam amanhã os humoristas Francisco Menezes, Aldo Lima, Oscar Branco, Eduardo Madeira e Nilton (…).

Fonte: Diário de Nottícias – 8 de Julho de 2010