Uma Bizarra Salada – 2012

Quarta-feira, Junho 27, 2012 10:37
Colocado em: Bruno Nogueira, Teatro

Uma Bizarra Salada

A PARTIR DE KARL VALENTIN
SALA PRINCIPAL M/12
QUINTA A SÁBADO ÀS 21H00; DOMINGO ÀS 17H30

Sinope

Uma Bizarra Salada é o reensaio de alguns dos textos onde Karl Valentin aproveita a metáfora da orquestra – corpo social complexo, mais problemático do que parece quando visto de fora – para questionar o mundo e as suas perplexidades. Um concerto onde as palavras irrompem? Um espectáculo de teatro em que a personagem principal é uma orquestra? Um recital absurdo onde dois comediantes improváveis estilhaçam a ideia simples de construir um espectáculo didáctico? Ninguém sabe. É Uma Bizarra Salada!

Direcção musical Cesário Costa
Direcção Beatriz Batarda, Bruno Nogueira, Luísa Cruz
Espaço cénico Beatriz Batarda
Desenho de luz Nuno Meira
Interpretação Bruno Nogueira Luísa Cruz com a Orquestra Metropolitana de Lisboa
Participação especial Joana Hilário

O espectáculo estreou a 15 de Julho de 2011 no São Luiz Teatro Municipal numa co-produção Metropolitana / Festival de Almada / São Luiz Teatro Municipal.

A reposição deste espectáculo é uma co-produção SLTM /Metropolitana

 

 

 

 

Revista Sábado

Quarta-feira, Junho 27, 2012 10:23
Colocado em: Fotografias, Noticias

Noticias Tv

Sexta-feira, Junho 8, 2012 11:10

 

 

 

 

 

 

 

The Famous Humour Fest

Terça-feira, Junho 5, 2012 10:23

O The Famous Humour Fest está de volta! Criado em 2011, como comemoração por The Famous Grouse ser o whisky nº 1 da Escócia há mais de 30 anos, o The Famous Humour Fest rapidamente se tornou um marco no cenário do humor em Portugal pela sua originalidade, dimensão e diversidade de programação.

Sendo o Humor parte integrante da personalidade de marca, é um privilégio podermos apresentar a segunda edição do The Famous Humour Fest – Festival de Humor de Lisboa 2012 – onde voltamos a reunir alguns dos principais humoristas nacionais. Nuno Markl, Herman José, Maria Rueff, César Mourão, Bruno Nogueira, Aldo Lima, Eduardo Madeira, Commedia a la Carte e Manuel Marques, serão alguns dos nomes em destaque.Nesta segunda edição apostaremos novamente na nova geração de humoristas com a presença de Salvador Martinha e Luis Franco Bastos e também com uma noite de Open Mic, onde novos humoristas terão oportunidade de actuar no festival.

A estreia de uma The Famous Ladies Night, onde juntaremos cinco mulheres em palco para uma noite de stand-up, será também um momento único. À semelhança do ano anterior, iremos contar com conferências, workshops em diversas áreas ligadas ao Humor, e Cinema, onde destacamos o preview do “Balas e Bolinhos 3″ e a ante-estreia da comédia “Bernie”.
Convidamo-lo a juntar-se a nós nos dias 6, 7 e 8 de Julho para três dias de bom humor.

“É preciso mergulhar de forma profissional na realidade para servir o público, como o humorista”

Terça-feira, Junho 5, 2012 10:13
Colocado em: Bruno Nogueira, Livros

Gerrir é o 7º livro de Paulo Morgado em que o administrador-delegado da Capgemini demonstra como se cruza a gestão e o humor.

Paulo Morgado acaba de lançar o livro Gerrir, em que entrevista 11 humoristas e conclui que humor se cruza com a gestão

Paulo Morgado defende que estes mundos se cruzam, explicando como os seus onze entrevistados – que, para além de Nuno Artur Silva, incluem nomes como Herman José, Luís Afonso, Luís Pedro Nunes, Nuno Markl, Nilton, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Nuno Costa Santos, Jel e Bruno Nogueira (por ordem de nascimento) – seguem princípios e métodos de trabalho que são de transposição directa para o mundo da gestão.

É um gestor bem-humorado?
Sim, sou um gestor bem-humorado. Se bem que isso não signifique que ando sempre a rir. Aliás, quem me conhece mal até pode pensar que sou demasiado sério. Levo a minha profissão muito a sério e, sendo gestor de uma multinacional, não tenho como não cumprir com os objetivos que nos são fixados. Numa multinacional, os resultados não são uma variável; são um dado! É natural que isso crie uma tensão elevada, sobretudo quando vivemos num país que atravessa sérias dificuldades económicas. Neste contexto, o humor passa a ser uma arma muito eficaz, quer de um ponto de vista freudiano, na medida em que ajuda a libertar tensões, quer de um ponto de vista bergsoniano, que ajuda a recolocar no carril (por exemplo, tendências de baixas performances).

O que une e separa o humor da gestão?
Esta pergunta tem duas respostas, que variam em função do tipo de “gestor” a que nos estamos a referir. Se estivermos a falar do “gestor” mandante, aquele a quem foi atribuída uma licença para mandar, então o que une a gestão e o humor é que esse gestor é risível sem saber que o é, enquanto o que separa a gestão e o humor é que esse gestor está longe do nível de profissionalismo que tem de ter um humorista. Entre humorista e mandante o mais profissional é sempre o humorista, uma vez que este sabe que quando o riso acabar ele estará acabado, enquanto o mandante pode ficar sem dinheiro, em virtude da sua falta de profissionalismo, que sempre haverá (havia?) algum banco disponível para financiá-lo.

Fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO048009.html

“Gerrir” foi apresentado ontem na FNAC do Chiado

Terça-feira, Junho 5, 2012 10:08

Descobrir aspetos comuns entre a gestão e o humor. Este foi o ponto de partida de Paulo Morgado, Administrador-Delegado da Capgemini Portugal e Senior Vice-President Internacional, na sua sétima obra – “Gerrir” – apresentada ontem, na FNAC dos Armazéns do Chiado.

Gestores e humoristas necessitam perspetivar novas realidades, olhar para as coisas normais de um novo prisma… Só assim é possível inovar. Ambos necessitam arriscar e saber tocar a sua audiência“, considera Paulo Morgado. Esta é, apenas, uma das inúmeras conexões que se podem estabelecer entre o humor e a gestão. Para as comprovar, Paulo Morgado entrevistou onze dos maiores nomes do humor nacional – Nuno Artur Silva, Herman José, Luís Afonso, Luís Pedro Nunes, Nuno Markl, Nilton, Ricardo Araújo Pereira, Fernando Alvim, Nuno Costa Santos, Jel e Bruno Nogueira – e concluiu que gestores e humoristas utilizam, praticamente, os mesmos princípios e métodos de trabalho.Com os humoristas, os gestores podem aprender a: PerspetivarRitualizar, Capacitar, Ensinar, Retoricar, Arriscar, Simbolizar, Vincar, Fazer, Analisar, Intuir e Emancipar – os doze verbos críticos explorados na obra. “A crise que Portugal atravessa é responsabilidade, em grande parte, de alguns gestores que não têm noção – ou fingem não ter – do contributo que deram para essa situação. Se o estado do país não fosse tão grave, poderíamos mesmo dizer que vivemos uma trágico-comédia. Aliás, este facto comprova-se pelos inúmeros programas e sátiras humorísticas que surgiram com esta crise política e económica”, considera Paulo Morgado.

A obra assume-se como um ponto de viragem e um momento de reflexão relativamente ao papel do gestor. O autor defende que é imperativo voltar à essência da profissão: maximizar resultados através da otimização de recursos escassos. Em tempos passados, não foi a isto que se assistiu, pois havia recursos financeiros “inesgotáveis”, para resultados “pouco claros”, o que explica, em parte, a atual situação social e económica. Só virando esta página se vai conseguir, novamente, dignificar o papel do gestor.

O livro faz parte da coleção Find Out, que pretende ligar o mundo da gestão a outras realidades e, dessa forma, descobrir espaços de aprendizagem “improváveis”. A edição é da responsabilidade da Tema Central, tem a colaboração daProduções Fictícias e o patrocínio da multinacional de Gestão de Recursos Humanos Kelly Services.

Troika da CGD visita as famílias para avaliar impacto do PAP

Quinta-feira, Abril 5, 2012 10:31

Campanha da CGD, em que os peritos em poupança vão verificar se as pessoas pouparam, foi criada pela McCann e realizada por Leonel Vieira.

05/04/2012 | 00:05 | Dinheiro Vivo

Bruno Nogueira, Miguel Guilherme e José Pedro Gomes estão de volta para apresentar (e comprovar) os resultados práticos do PAP (Plano Automático de Poupança) no dia-a-dia dos portugueses. Como? Através da nova campanha publicitária da Caixa Geral de Depósitos (CGD), com criatividade da McCann Erickson.

A direção criativa é de José Marques, a direção de arte de Filipe Domingues e a redator Susana Lourenço. A produção coube à Stopline e a realização a Leonel Vieira.

 

Após o comunicado lançado, em outubro, os três atores, na pele da troika de peritos em poupança, deslocam-se, agora, a casa de uma família (pai, mãe e dois filhos menores) e uma rapariga que saiu recentemente da casa dos pais e vive com uma amiga  – para conhecer o impacto das medidas de poupança, nas suas vidas.

“Quanto poupas com o PAP” é a assinatura desta campanha multimeios.

“Este trio da poupança vai mostrar que poupar é possível, porque é simples e automático, não requer um grande esforço, nem sacrifícios por parte das famílias, mesmo em tempos difíceis, e que os benefícios da poupança podem resultar na concretização de objetivos ambiciosos, tal como a aprendizagem de uma nova língua: o mandarim”, descreve a CGD.

 CGD quer dar a conhecer o impacto práticos da utilização dos 9 mecanismos de poupança automática no dia-a-diadas famílias portuguesas

Fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO040788.html